domingo, 1 de maio de 2011

1ª vez no Nordeste

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que estamos de volta com mais um post. Como falamos para alguns amigos, nos mudamos para o Nordeste para tentarmos uma nova vida. Abrimos um bar a beira da praia e agora somos micro empresários (rs).
Precisávamos de um tempinho para colocar as coisas em ordem, afinal foi uma mudança radical demais e por isto não tivemos muito tempo para quase nada. Mas, enfim, voltamos e para falar de um tema legal. Pelo menos achamos que seja legal... Nossa primeira experiência em uma casa de swing no Nordeste. Algumas pessoas nos indicaram uma casa chamada Catedral (http://www.swingzonasul.com.br/), e tínhamos pesquisado outra chamada Mistura Fina (http://www.clubprivemisturafina.com.br/), ambas em Recife.
Visitamos primeiro a Catedral e infelizmente não nos sentimos muito à vontade. A casa parece ser a mais famosa de Recife, mas deixa a desejar em alguns aspectos. Talvez o fato de conhecermos outras casas, nos tenha deixado com um referencial muito elevado, e por isto muito exigentes, mas sinceramente não conseguimos nos sentir bem. A casa fica no segundo andar de um restaurante, e é até grande, porém um pouco mal distribuída. Outro ponto que nos deixou um pouco constrangidos foi o fato de termos de pagar a entrada já na chegada, como se fosse uma festa com bilheteria... Um tanto quanto desconfortável. Vale ressaltar que os preços, seja da entrada que dos produtos vendidos, estão compatíveis e que a casa aceita cartão de crédito. O interior da casa é meio escuro demais, e como dissemos os cômodos não são bem distribuídos o que passa uma impressão de aperto por onde é que você vá. A boate é legal, com algumas mesas espalhadas pela pista, e um pole dance padrão. O problema é que a iluminação (com lasers e luzes coloridas) fica meio baixa, o que ofusca muito a visão. Além disto, exageram muito na fumaça, o que deixa a respiração um pouco comprometida. Neste dia, o DJ deve ter tocado o CD inteirinho de uma banda de forró. Nada contra a banda ou o ritmo, porém escutar o CD inteirinho de uma banda, não me parece a melhor opção quando se vai a busca de um local com DJ. Para nosso azar, fomos um dia em que era permitido a entrada de solteiros, e aí tivemos outra decepção... Alguns solteiros engraçadinhos e que provavelmente não conhecem como se portar neste tipo de ambiente. Obviamente não foram todos, mas alguns solteiros se “engraçavam” com todas as mulheres e apesar de serem repelidos, continuavam a tentar se aproximar. O clima deu uma esquentada quando um marido se desentendeu com um deles e o Bill também já ia perdendo a razão com outro. Para evitar confusão, resolvemos ir embora, bem antes do que havíamos previsto. Sem dúvida, não foi uma boa impressão. De qualquer forma, uma casa não fica famosa se não tem atrativos, e muitas pessoas nos falaram muito bem da Catedral... Infelizmente prefiro acreditar que demos azar. Em outra oportunidade (quem sabe) voltaremos para confirmar ou mudar completamente nossa impressão inicial.
Nossa visita à Mistura Fina fica para o próximo post.
Bjs
Bill e Drika

sábado, 17 de abril de 2010

Bacana Demais...

Hoje vamos falar de um casal muito legal que tivemos a honra de conhecer e que consideramos grandes amigos e parceiros neste mundo do swing: OS BACANUDUS (http://www.perfilreal.com/ksalbacanudu). Conhecemo-nos em uma noite de sábado na Freedon no quarto coletivo do final do corredor. Na verdade nos conhecemos mesmo no scoth bar, porque lá dentro do quarto aconteceu um fato bem interessante. Tinham uns casais se pegando em cima da cama e eu a Drika estávamos encostados na parede excitados e assistindo àquilo tudo. Lembro-me que nos beijávamos e fazíamos carícias múltiplas quando o casal Bacanudu se aproximou da gente. Após algum tempo de carícias entre os casais, deixei aflorar meu lado “atrevido” e aproveitei o escurinho do quarto para acariciar a Sra. Bacanudu. Percebi que ela se esquivou e eu prontamente desisti do “assédio”. Bom, passados alguns minutos eu e a Drika saímos do quarto e fomos para o scoth bar. Muito tempo depois eu estava no balcão bebendo uma água enquanto a Drika se “esbaldava” de dançar no pole dance. Neste momento o casal se assentou no banquinho do meu lado e eu prontamente fui pedir desculpas ao Sr. Bacanudu pelo acone4cido no quarto, já que senti que podiam ter ficado chateados comigo. Para minha surpresa e por que não dizer alegria e me disse que nem havia percebido a aproximação, o problema é que neste dia tinham alguns homens solteiros no quarto e a Sra. Bacanudu tinha ficado meio receosa por isto, inclusive um destes homens havia já se engraçado para ela. Quando eu tentei me aproximar na verdade eles já estavam saindo e nem perceberam tal atitude. De acordo com o Sr. Bacanudu, eles já estavam nos observando há algum tempo e também buscando uma oportunidade de se aproximar. Ah, juntou a fome com a vontade comer... Literalmente (credo... que trocadilho “xulo” - kkkkkkkk). Chamamos a Drika e aí nos apresentamos e começamos uma conversa bem legal. Bebemos mais um pouco e como a afinidade foi recíproca fomos para o quarto. Como já falei o casal é muito simpático e super agradável, mas como sabem apesar de não parecer, somos meio tímidos e “cheios de dedos” na hora H. Temos o receio de não agradar e às vezes ficamos até com vontade de falar ou fazer alguma coisa, mas ficamos aguardando que o outro casal tome a iniciativa. Mas, os Bacanudus, já eram muito experientes, basta ver pelo sexlog deles com “trocentos mil acessos” e outros tantos amigos. Deixaram-nos super à vontade a troca rolou muito legal, suave e com aquele gostinho de quero mais. A Drika se apaixonou pelo jeito carinhoso e atencioso do Sr. Bacanudu, eu me encantei com o jeito dócil e até “singelo” da Sra. Bacanudu, que na hora do “vamo ver” se transforma em uma leoa. È incrível como aquela mulher gosta do negócio...
Enfim, conhecemos, mantemos contato e tornamo-nos grandes amigos destes caras. Depois deste encontro outros já acontecerem, dentre os quais nossa primeira festinha, que por sinal foi organizada por eles. Como já falei, são tudo de bom, e fazem jus ao apelido, pois são realmente pessoas super BACANUDAS.
Bjs.
Bill & Drika

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Nosso primeiro encontro "Especial"

Confessamos a vocês que estávamos muito a fim de nos encontrar com um casal fora dos clubs. Porém tínhamos muito receio de não sermos o que o outro casal esperava ou vice versa, ou seja, de não pintar aquela afinidade legal, necessária para os “finalmente”. E se isto acontecesse como não ir para frente sem deixar aquela impressão de que fizemos “hora com a cara dos outros”, ou mesmo que estamos seletivos demais? E como saber se a situação for o contrário, ou seja, partir deles a falta de afinidade? Que sinais os casais passam para que o outro entenda que não estão afim? Posso assegurar que estes eram sempre os argumentos da Drika sempre que o Bill tocava no assunto. Já falamos que a Drika tecla muito mais que o Bill no MSN, porém num certo domingo era o Bill que estava em frente à tela do computador quando viu a entrada de um casal que mudaria de uma vez por todas esta impressão. A conversa rolou legal entre os homens e muito rapidamente o encontro estava marcado. Quando o Bill assustou, já tinha marcado tudo e a Drika pouco participou da decisão. Tinha tudo para dar errado!!! Chegado o tão esperado dia, marcamos de nos encontrar em um bar na região da Pampulha. Nos atrasamos porque pegamos um congestionamento, porém telefonamos antes para evitar que ficassem muito tempo nos esperando. Praticamente chegamos juntos ao bar. Em um primeiro momento ficamos apreensivos, porque simplesmente não sabíamos o que ia acontecer. Detalhe, passamos o trajeto de Betim a Pampulha, tentando encontrar uma forma de sinalizar um para o outro qualquer coisa que pudesse representar um sinal entre o casal de reprovação à gente. É obvio que não chegamos a um acordo. Quando nos demos conta, estávamos os 04 sentados em uma mesa de um bar e começamos a conversar. Gente, sabe aquela estória de que “os bons dão sorte”. Pois é, demos muita sorte, o casal era super gente fina, super bacana, muito discreto e um papo muito agradável. Enfim eram realmente muito especiais. Depois de alinharmos os ponteiros, com muitas risadas e “causos” regados a umas cervejinhas, fomos para o apartamento deles. No inicio foi meio estranho, porque estávamos imaginando o que ia acontecer, porém ficamos todos meio travados. Até que finalmente o Sr. Especial tomou a iniciativa e o clima esquentou de vez. Ele conduziu a Drika pra um quarto enquanto a Sra. Especial deixou o Bill muito à vontade e ficou muito à vontade também (se é que me entendem!!!) na sala. Foi muito bom mesmo, ficamos muito contentes com a nossa primeira experiência, graças obviamente ao casal que nos recebeu. Foram realmente muito simpáticos e super cordiais conosco. Ficamos um pouco apreensivos e porque não dizer meio incomodados somente com o fato de temos ficado em ambientes separados, o que para eles é bem normal e para a gente soou estranho em um primeiro momento. Porém precisávamos experimentar esta sensação. Confesso que não ficamos muito à vontade, até porque sentimos muito tesão ao ver o outro se divertindo. Porém, de modo algum este detalhe reduziu o sentimento de prazer e de excitação que tomou conta da gente. Esperamos em breve rever este lindo e prazeroso casal para mais um encontro especial. Então para resumir, indicamos muito o casal Especial BH (www.sexlog.com.br/ksalespecialbh) por se tratar de um casal super discreto, simpático e educado. Indicamos a todos estas festinhas mais particulares e reservadas como alternativa eventual aos clubs e estamos à disposição para novas experiências especiais como esta.

Bjs!!!

Bill e Drika

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Um pijama novo

Gente,vou contar para vocês a última que aprontei.
Passei o dia inteirinho pensando no meu negão... Fiquei super excitada durante todo o dia, doida para ele chegar logo e me amar ardentemente. Qual não foi minha decepção quando por volta das 14:00 ele me liga pedindo que eu arrumasse as suas malas, porque tinha de fazer uma viagem de urgência. Ah, não... Tinha de ser naquele dia!!!
Tudo bem, fazer o quê, né?
Bom, a viagem foi rápida e ele chegou no dia seguinte. Por incrível que pareça o tesão ficou maior ainda, mas me “mantive no salto” e continuei fazendo o tipo de quem estava “puta da vida”. Mal conversarmos.
Quando ele foi tomar banho preparei a surpresa... Eu havia comprado no dia anterior um pijaminha do estilo que ele gosta. Vesti a surpresa e fiquei esperando-o na cama lendo um livro.



Não deu outra...
Ele caiu igual um patinho!!! Veja no que deu...










Aí foi só alegria, né... kkkkk




Vocês devem imaginar como a noite terminou, né? Vou colocar só um aperitivo. E deixar a imaginação de vocês fazer o resto...













Ai, ai, ai que noite gostosa... Acho que meu pijaminha me deu sorte.






Bjs !!!






Drika

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mundo Pequeno

Gente, vamos contar pra vocês uma coisa muito louca que nos aconteceu. Costumamos ir sempre aos clubs de swing, principalmente na Freedom (em outro post, vamos falar um pouco sobre nossas impressões sobre as casas de swing de BH). Porém conversando com alguns amigos que fizemos no club, começamos a nos interessar por encontros fora de lá. De acordo com estes amigos, às vezes é legal conhecer alguns casais fora das casas, encontrar em barzinhos, tomar alguma coisa, conversar e pintando uma afinidade legal, deixar a imaginação e a emoção fluir. Além disto, conhecemos no MSN uma série de casais que por vários motivos não freqüentam os clubs, apesar de adorarem o swing. Bom, então como fazer para manter contato com estes casais, e criar uma intimidade mínima antes de marcarmos alguma coisa? Conversando muito no MSN e em um segundo momento para se ter certeza que tudo está ok, e para dar mais segurança que não se trata de “armação” é legal que role uma conversa através da WEBCAM.
Estávamos seguindo todos os passos, até a abertura da CAM, e finalmente chegou a hora do último passo antes do tão esperado encontro.
Vou fazer um parêntese neste post, para falar sobre uma característica “meio sobrenatural” da Drika. Longe de ser sensitiva, ou qualquer coisa do gênero, minha esposa tem um dom fantástico para prever problemas. Ela diz que é um tal de 6º sentido, mas o certo é que quando ela cisma com alguma coisa, pode saber que tem “boi na linha”.
Voltando ao nosso caso, a Drika na semana anterior à abertura efetiva da CAM me disse que estava com um pressentimento estranho, e para acabar de atrapalhar o negócio a CAM lá de casa travou e não funcionava “nem a pau”.
Então tudo pronto para a abertura da CAM, e a “danada” simplesmente não funcionava de jeito nenhum. Obviamente a Drika ligou este fato ao seu 6º sentido e disse: - “acho que não era mesmo pra abrir”. Mais uma vez, achei que ela estava exagerando, na verdade fiquei muito “puto” por não ter conseguido ver os meus amigos na tela e partirmos finalmente para a ultima fase de nossa proposta... Marcar um encontro.
Naquele dia em virtude da falha na CAM, a conversa ficou pela metade e inclusive pensei que o casal fosse desistir da gente.
Reinstalei a CAM e uma semana depois voltamos a nos falar. E finalmente chegou “de novo” o momento tão esperado. A Drika fingiu que esqueceu o 6º sentido (só fingiu rsrs) e fomos para os finalmente... Abrimos a CAM...
E aí meus amigos... Putz aconteceu o improvável.
A primeira coisa que o casal do outro lado escreveu foi meu nome, sim meu nome não meu “Nick”. E vou dizer que meu nome não é tão simples assim, então só quem me conhece bem, sabe escrever corretamente. QUE SUSTO!!! QUE MUNDO PEQUENO!!!
Confesso que gelamos (eu e a Drika) e não sabíamos o que fazer. Quando fixamos o olhar é que vimos o que tinha acontecido, estávamos falando com um colega meu de serviço, que no MSN também usava um “Nick” que nada tinha a ver com seu nome. Amigos, as meninas (Drika e a esposa dele) ficaram simplesmente sem saber o que fazer, um desespero tomou conta de todos naquele momento. Simplesmente ninguém falava, nem teclava nada. Foram os 30 segundos mais angustiantes dos últimos tempos.
Passado o susto, conseguimos conversar um pouco, mas é lógico que o assunto tomou outra dimensão e os planos de encontro foram totalmente para o espaço. Hoje conversamos com este casal ocasionalmente e até nos lembramos do fato, agora até nos divertimos com isto, mas obviamente, a volúpia e a expectativa pelo primeiro encontro fora de uma casa de swing, foram para o “beleléu”.
Êita mundo pequeno... Êita 6º sentido danado da Drika...

Bjs e até o próximo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Nossa primeira vez em uma casa de swing

Bom, resolvemos começar postando nossa primeira experiência em uma casa de swing porque foi a partir daí que tudo começou.
O Bill, sempre foi meio tarado e sempre insinuava alguma coisa sobre casas de swing. A Drika despistava e sempre mudava de assunto, antes mesmo que a intenção fosse realmente proposta.
Foi depois de uma fase ruim que vivemos que culminou com a quase separação do casal é que resolvemos conversar mais e perdemos um pouco os medos que tínhamos um com o outro. A partir daí nos comprometemos a ser mais sinceros um com o outro. Dentro desta perspectiva o Bill resolveu revelar seu desejo em conhecer uma casa, desejo este aceito ainda que com restrições pela Drika.
Fomos ao Swing Club BH, até porque era o único que já tínhamos ouvido falar. Chegamos ficamos no scoth bar, meio envergonhados e sem saber o que fazer. Depois de alguns drinks resolvemos conhecer a casa. Como marinheiros de primeira viagem, demos a primeira mancada da noite. O primeiro local que fomos conhecer foi o DARK ROOM. Meu Deus do céu, que visão do inferno. A Drika nunca foi tão apalpada em toda a sua vida. Entrou em pânico completo e o Bill pensou. Pronto acabou...
Precisamos de mais uns 40 minutos para passar o susto e voltar a subir as escadas. Mas realmente naquele dia, as coisas ficaram muito complicadas. Visitamos o terceiro andar, onde a “pegação” é mais “punk” e vimos alguns Casais transando em cima da cama central, outros se acariciando nos sofás dos cantos, em fim, um suruba total. Não vamos negar que a excitação tomou conta da gente, mas em virtude da experiência traumática do DARK ROOM acabamos indo embora sem que nada acontecesse.
Como quem vai às sextas feiras, ganha a entrada para o sábado, voltamos no dia seguinte, um pouco mais tranqüilos e aí sim, curtimos uma casa de swing. Tudo isto obviamente depois de muita conversa para entendermos o que cada um queria na verdade e criar alguns códigos para nos comunicar caso recebêssemos algum convite ou nos víssemos em alguma situação para a qual não estivéssemos ainda preparados.
Este dia foi bem legal, e já até rolou uma transa bem legal no sofá do terceiro andar com carícias em outros casais. A troca ainda era uma possibilidade muito distante. E assim foram os três primeiros meses freqüentando o swing club e depois a freedom.
No próximo blog, postaremos como foi nossa primeira troca, mais algumas aventuras e, claro (risos) algumas mancadas!

Bjs

Bill e Drika